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A importância da prática do bem

A energia lançada no mundo, é a mesma que retorna na nossa vida!

Por Alexandra Kuhn dia em Entretenimento

A importância da prática do bem

A importância da prática do bem

  O bem é a única arma que temos para combater o mal. Criticar o mal é perda de tempo... Incentive quem pratica o bem.
  O homem se torna bom na medida em que se dedica à prática generosa do bem e justo na proporção em que cultiva a justiça.
  Colocar uma grande dose de amor em tudo que fazemos faz com que nossas obras se tornem mais preciosas. Por muito amor em tudo que damos faz com que a dádiva se torne mais rica.
  Todo o bem se valoriza na riqueza do amor; o amor faz com que as coisas materialmente pequenas se tornem espiritualmente grandes.
  Devemos viver semeando o bem por onde passamos e por onde outros passarão amanhã. Ao praticar o bem colhemos as flores da alegria; ao fazer o mal colhemos espinhos da tristeza. O bem não traz remorso.
  O homem se torna melhor de acordo com o esforço que faz para praticar o bem, e justo na medida em que se empenha para realizar a justiça.
  A maior recompensa do bem é o prazer que colhemos por tê-lo realizado e a alegria que que sentimos ao recordá-lo. Temos condições de evitar o mal, uma vez praticado, jamais o poderemos remediar, por mais que nos arrependamos.
  Resistir ao mal perseverando no bem; enfrentar o ódio, cultivando o amor; combater a vingança, perdoando sempre; derrotar a mentira, anunciando corajosamente a verdade.
  Fazer o bem é grandeza, praticar o mal é mesquinhez; amar é riqueza de alma, odiar é pobreza de espírito; perdoar é força, vingar-se é fraqueza.
  Na medida em que abandonamos o mal vamos abrindo caminho para a chegada do bem; somente o bem é que pode deter a marcha avassaladora do mal.
  Cultivar o hábito de decidir-se sempre a favor do bem e, assim, jamais nos arrependamos de tal procedimento. Escolhendo o mal, plantamos hoje as sementes das tristezas que colheremos amanhã.
  Aplaudir as boas ações sem a menor preocupação de conhecer as verdadeiras intenções das pessoas que as praticam.
  O bem tem valor em si mesmo, independentemente das razões que o motivaram. Seu merecimento, porém, depende dos motivos que o impulsionaram e do amor com que foi realizado.
  Fazer o bem para receber elogios ou ser reconhecido é egoísmo. O homem estabelece base para seu próprio bem-estar na medida em que promove o bem social. Na ociosidade existe tristeza, mas no trabalho feito com amor colhe-se alegria.
  Dar com prazer, trabalhar com alegria e servir com amor são forças que nos faz caminhar ao encontro da felicidade. A alegria do bem é bálsamo que cura, a tristeza do mal aprofun-da o sofrimento.
  Fazer aos outros o que Deus faz por nós; amar como Deus nos ama; compreender como Deus nos compreende; perdoar como Deus nos perdoa; ter para com os irmãos a paciência que Deus tem para conosco.
  O amor a Deus e ao próximo deveria ser sempre a verdadeira e única razão do nosso agir. Nada é pequeno quando se faz com grandeza de amor.
  Evitar o mal por amor a Deus, porque o desagrada; e não por medo do castigo ou por receio das desagradáveis conseqüências que traz. O medo oprime, só o amor liberta!
  Fazer o bem por amor, porque agrada a Deus; e não para receber recompensa. Quem ama procura sempre fazer o que agrada à pessoa amada, sem esperar nada em troca.
  O amor liberta e só quem é livre é que tem acesso à felicidade.
  Semear o bem com generosidade, anunciar a verdade com coragem e convicção, plantar com fé, com amor e com esperança; sem a ansiedade da preocupação de colher frutos das sementes que plantamos na terra dos corações alheios.
  Semear com amor para que os outros possam colher com alegria.
O murmúrio das águas é um sinal de que o rio continua correndo ao encontro do mar; o amor que se transforma em boas obras é um sinal de que o homem está no caminho certo que o conduz a Deus. 
Agir sempre com nobreza de alma sem segundas intenções. A única motivação de o nosso agir deve ser o amor a Deus e o bem do próximo. O valor das nossas dádivas está no amor que as acompanha, e o merecimento das nossas boas ações está nas razões que nos levaram a praticá-las.
  Quem faz o bem colhe tríplice alegria: satisfação de ter sido forte, prazer em tê-lo realizado e uma agradável de bem-estar ao relembrá-lo.
  Quem pratica o mal causa a si mesmo tríplice sofrimento: humilhação de ter sido fraco, frustração por tê-lo feito e tristeza ao recordá-lo.
  Quem age bem intencionado jamais se arrepende de ter feito o bem, apesar de ser vítima da ingratidão.
  Para deter os passos do mal é preciso cultivar o entusiasmo pela prática desprendida do bem; é fácil entusiasmar-se pelo bem, o difícil é perseverar no bem agindo sempre impulsionado pelas forças do entusiasmo; é fácil admirar o heroísmo de alguém, o difícil é imitá-lo.
  O bem traz alegria, o mal é sempre causa de tristeza; no bem o homem se realiza e no mal experimenta o travo amargo da frustração.
  Fazer o bem é multiplicar alegrias e construir a paz, praticar o mal é colecionar tristezas e acumular angústias.
  É preciso cultivar o hábito do bem, pois toda boa ação que pratico é uma colaboração com o Criador na obra da criação, na transformação da terra. 

Fazer o bem, é construir um amanha melhor para nós e para os outros também!

Fazer o bem é por em prática, em ações, os sussuros do Espírito Santo em nosso intimo!

Fazer o bem é ser criatura, instrumento do criador!

 

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